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29 de setembro de 2018, 09h55

Chaveiro que abriu cofre conta reação da ex de Bolsonaro ao ver que ele estava vazio

“Ela endoideceu e começou a gritar que o Bolsonaro, mancomunado com o Banco do Brasil, foi lá e tirou tudo dela”, diz Jalmir

Ana Cristina Valle. Foto: Reprodução Facebook

O chaveiro Jalmir Araújo de Azevedo, especializado em cofres bancários, foi chamado por Ana Cristina Valle, ex-mulher do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), em 2007, para abrir um cofre do Banco do Brasil, em Maricá. Ele abriu e, para espanto geral, o cofre estava vazio. Pior ainda: ele nunca recebeu seus R$ 300,00 pelo serviço.

O chaveiro diz ainda que a advogada revelou, em depoimento na 5ª DP (Mem de Sá), em 26 de outubro de 2007, onde fez boletim de ocorrência, que o cofre continha R$ 200 mil em espécie, R$ 600 mil em joias e US$ 30 mil. E acusou o ex-marido, Jair Bolsonaro, pelo roubo. A informação foi revelada pela revista Veja.

“Quando viu que não tinha nada lá, a mulher do Bolsonaro disse que foi roubada e chamou todo mundo de ladrão. Ela endoideceu e começou a gritar que o Bolsonaro, mancomunado com o Banco do Brasil, foi lá e tirou tudo dela”, diz Jalmir.

Recuperando-se de um diagnóstico de chikungunya, o chaveiro foi encontrado por ÉPOCA em sua casa em São Gonçalo. Ele conta que foi o responsável pela instalação e manutenção de 2.224 cofres abrigados no 6º andar do prédio do banco no centro do Rio.

“Aquilo lá quem montou tudo foi eu. Abri o cofre dela e ela (Ana Cristina) não me pagou. Até hoje não recebi. Teria que me pagar, mas fez um escarcéu e foi embora. Fiquei no prejuízo. Vai ter que me pagar com juro e correção, fora o desaforo. Ela esculhambou todo mundo lá.”

Jalmir conta que costumava aparecer no banco toda semana para socorrer clientes que haviam perdido as chaves de cofres. Em duas dessas ocasiões, diz ter visto Bolsonaro dentro da sala dos cofres ou de saída do banco.

Leia o texto completo na Época

 

 


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