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08 de outubro de 2018, 10h48

Com campanha de R$ 2 milhões, filha de Eduardo Cunha perde eleição para a Câmara Federal

Na campanha, Danielle gravou vídeo a favor da candidatura de Jair Bolsonaro. "Bolsonaro representa quem não quer a Dilma e não quer o PT no poder"

Reprodução

Com uma campanha de R$ 2 milhões de reais apenas em repasses feitos pelo MDB, Danielle Cunha (MDB), filha do ex-deputado – e artífice do golpe parlamentar contra Dilma Rousseff – Eduardo Cunha, obteve cerca de 13 mil votos e não foi eleita para representar o Rio de Janeiro na Câmara Federal.

Danielle focou sua campanha no antipetismo e moveu ação para barrar a candidatura da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) ao Senado – negada pelo TRE-MG. Na campanha, ela ainda gravou vídeo a favor da candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) à presidência, traindo o candidato do partido, Henrique Meirelles (MDB). “Bolsonaro representa quem não quer a Dilma e não quer o PT no poder”, disse ela na ocasião, sem êxito.

Cabral e Picciani

Com R$ 1,5 milhão em caixa de campanha cada um, Marco Antônio Cabral (MDB), filho do ex-governador Sérgio Cabral, e Leonardo Picciani, filho do ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Jorge Picciani, também foram rejeitados nas urnas.

Em setembro, o filho de Sérgio Cabral divulgou uma carta do pai. Nela, o ex-governador do Rio assumia os erros, mas dizia lutar para não ser punido pelo que não fez e saía em defesa do filho.

“Você não merece pagar pelos meus erros. Você fez um lindo mandato e merece a reeleição. Quem errou fui eu. E a população do Rio sabe disso”.


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