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02 de dezembro de 2019, 11h33

Com editorial, Folha se junta aos que tentaram matar Bolsonaro, diz secretário de Comunicação da Presidência

A frase está em texto publicado na própria Folha que responde ao editorial da última sexta

Foto: Reprodução/Facebook

O secretário de Comunicação Social da Presidência, Fábio Wajngarten, escreve texto na Folha desta segunda-feira (2) com o título “O infame editorial”, onde rebate editorial também publicado no jornal, na última sexta, chamado “Fantasia de imperador”.  Para ele, com o texto a Folha “se junta àqueles derrotados nas urnas em outubro passado, aos que tentaram matar o então candidato Jair Bolsonaro, para pregar o desrespeito, a mentira e a tentativa frustrada de desmoralizá-lo no cargo mais graduado da República”.

No texto, a Folha considera que o presidente Jair Bolsonaro “combina leviandade e autoritarismo” e não entende os “limites que a República impõe ao exercício da Presidência”.

Após fazer a defesa da liberdade de expressão e de imprensa, o secretário afirma que “para que não usem esse artigo como sintoma de qualquer censura à imprensa–, quero escrever neste espaço para repudiar, com toda a ênfase, o infame, injusto e leviano editorial da Folha de S.Paulo”.

Logo após a afirmação, Wajngarten diz que Bolsonaro “tem uma legitimidade que a Folha de S.Paulo e outros veículos da mesma estirpe, torpes e levianos, não têm e jamais terão”: os votos. “Em São Paulo, sede do jornal e de quem lhe empresta o nome, e maior colégio eleitoral do país, o percentual de votos alcançou a marca dos 67%!”.

Ele lembra ainda que a “fúria editorial” da Folha contra Bolsonaro “não é de hoje”.

“Já na campanha eleitoral o jornal paulista buscou denegrir sua imagem, ridicularizar suas propostas e plano de governo. Como não conseguiram no período eleitoral, tentam agora com ele na Presidência da República.”

Para o secretário “tal comportamento reiterado descredencia a Folha de S.Paulo como fonte de informação séria para a sociedade em geral, quanto mais como meio a ser considerado no processo de tomada de decisões políticas e econômicas”.

Ao final, o secretário afirma que o editorial defende “uma conspiração pela saída do presidente da República, num golpe contra as instituições e, principalmente, contra a vontade da maioria dos brasileiros”.

 


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