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13 de junho de 2019, 07h49

Com medo de vazamentos, Bolsonaro troca celular e deve deixar de usar Whatsapp e Telegram

Adepto as redes sociais, Bolsonaro usou e abusou dos grupos de whatsapp durante a campanha eleitoral e até hoje usa a rede para propagar campanhas e fake news pró governo

Bolsonaro e o filho, Carlos (Reprodução/Flickr)

A divulgação das conversas espúrias de Sergio Moro, ex-juiz e atual ministro da Justiça, com investigadores da Lava Jato causou pânico na cúpula do governo. Jair Bolsonaro e integrantes do Executivo estão trocando celulares e vão deixar de usar o Whatsapp e o Telegram, que serão trocados por telefones criptografados fornecidos pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

Adepto as redes sociais, Bolsonaro usou e abusou dos grupos de whatsapp durante a campanha eleitoral e até hoje usa a rede para propagar campanhas e fake news pró governo.

Segundo reportagem do jornal O Globo desta quinta-feira (13), a tendência é que assuntos sigilosos sejam tratados apenas por telefones criptografados, ou seja com tecnologia que protege os dados dos aparelhos.

Esses dispositivos fornecidos pela Abin não permitem a instalação de WhatsApp, Telegram e redes sociais. Como o presidente e ministros utilizam o WhatsApp para manter conversas, eles acabam usando seus telefones pessoais, com segurança mais frágil


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