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28 de março de 2019, 10h19

Com Onyx e Joice, dono da Havan critica fisco e pede fim de instrumento de combate à sonegação: “putaria”

Aplaudido euforicamente por empresários pró-Bolsonaro, Hang criticou a Receita Federal e pediu o fim do E-Social, projeto do governo federal para unificar o envio de informações trabalhistas e previdenciárias, que tem como principal objetivo reduzir a sonegação de impostos

Luciano Hang, da Havan, Flávio Rocha, da Riachuelo, Onyx e Joice Hasselmann (Reprodução)

Voz ativa entre empresários que elegeram Jair Bolsonaro (PSL), o dono da rede de lojas Havan, Luciano Hang, esteve no planalto nesta terça-feira (26) com um grupo de empresários – entre eles, Flávio Rocha, da Riachuelo – para demonstrar apoio à proposta de reforma da Previdência.

No entanto, a pauta proposta por Hang é bem maior. Em almoço com o ministro da Casa Civi, Onyx Lorenzoni (DEM/RS), e com a líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann (PSL/RJ), ele apresentou, em meio aos outros empresários, uma lista de reivindicações do setor.

Leia também: Liderados por donos da Havan e da Riachuelo, empresários bolsonaristas chantageiam: Sem reforma não haverá empregos

Na apresentação, Hang criticou a Receita Federal e pediu o fim do E-Social, projeto do governo federal para unificar o envio de informações trabalhistas e previdenciárias, que tem como principal objetivo reduzir a sonegação de impostos.

“Eu entreguei lá, para o secretário, uma pauta para desburocratizar a nossa vida. E a primeira delas é acabar com o E-Social. E-Social é uma putaria do cacete. E isso está ligado com a Receita Federal”, disse Hang, que foi aplaudido euforicamente.

Segundo ele, o governo tem que acreditar nos empresários. “Nós somos contribuintes e o governo que acreditar na gente. E no Brasil é o contrário. Você é culpado até que prove que é inocente”, disse.

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