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19 de dezembro de 2019, 14h38

Contas do chefe do Escritório do Crime foram usadas em rachadinha de Flávio Bolsonaro

Contas do miliciano foram usadas para repassar dinheiro ao ex-assessor de Flávio, Fabrício Queiroz

Adriano Magalhães da Nóbrega - Foto: Reprodução

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) concluiu nesta quinta-feira (19) que contas bancárias do ex-PM Adriano da Nóbrega, chefe do grupo miliciano “Escritório do Crime”, foram usadas para repassar dinheiro a Fabrício Queiroz, ex-assessor do gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro.

A conclusão foi feita com base em dados da quebra de sigilo bancário e fiscal de Queiroz e da esposa de Adriano, Danielle Mendonça da Nóbrega, ex-assessora de Flávio que também recebia repasses através do esquema de corrupção.

Estes são alguns dos detalhes sobre o esquema de corrupção que vieram à tona nesta quarta-feira (18) após a deflagração de mandados de busca e apreensão solicitados pelo MP-RJ.

Investigadores afirmam que Danielle devolveu ao menos R$ 150 mil do salário que recebeu de 2007 a 2018 a Queiroz e, desse volume, R$ 115 mil foram repassados por intermédio de contas controladas por Adriano.

Além do esquema de corrupção no gabinete de Flávio, a milícia do Escritório do Crime também está no centro das investigações do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.
Com informações da Folha de S. Paulo.

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