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09 de novembro de 2017, 11h36

Criador da campanha do pato denuncia esquema corrupto de Skaf

Segundo o delator, Skaf fraudou a licitação da publicidade do Sesi e do Senai e contratou sua agência para usar os recursos em proveito pessoal, inclusive com a contratação de pesquisas sobre seus adversários na disputa para o governo de São Paulo, em 2014

Segundo o delator, Skaf fraudou a licitação da publicidade do Sesi e do Senai e contratou sua agência para usar os recursos em proveito pessoal, inclusive com a contratação de pesquisas sobre seus adversários na disputa para o governo de São Paulo, em 2014

Por Brasil 247

O golpe de 2016 sofreu mais um revés nesta quinta-feira. Desta vez, o delator é ninguém menos que o publicitário Renato Pereira, criador da famosa campanha dos patos amarelos da Fiesp.

Dono da agência Prole, que atendia o governo de Sergio Cabral, ele também delatou o presidente da Federação das Indústrias de São Paulo, Paulo Skaf.

Segundo Renato Pereira, Skaf fraudou a licitação da publicidade do Sesi e do Senai e contratou sua agência para usar os recursos em proveito pessoal, inclusive com a contratação de pesquisas sobre seus adversários na disputa para o governo de São Paulo, em 2014.

A delação tem ainda mais importância porque foi Pereira quem criou a campanha “não vou pagar o pato”, que colocou patos amarelos nas ruas para estimular o golpe de 2016 contra a democracia brasileira.

Leia, abaixo, texto de Esmael Morais a respeito:

Do blog do Esmael

Nas vésperas de entrar em vigor a reforma trabalhista, o Sistema S sofre dois reveses: 1- a queda de Willian Waack, da Globo e 2- a delação de Renato Pereira na lava jato.

De acordo com delação homologada pelo Supremo, Renato Pereira, dono da agência de publicidade Prole, disse que ganhou a conta do Sistema S porque Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias de São Paulo, fraudou a licitação em 2015.

O Sistema S é mantido basicamente com recursos públicos e a farra desses empresários falidos, que não produzem um parafuso, encastelados nessas entidades, pode ser vista com outra fraude: a campanha “Chega de pagar o pato”, símbolo do impeachment de Dilma Rousseff.

Skaf queria a Prole porque sonhava em eleger-se governador de São Paulo ou vice-presidente da República, em 2018. Sonhava.

Em tempo: as teses escravagistas de Willian Waack, afastado pela Globo por racismo, são compartilhadas pelo corrupto Sistema S; vide a reforma trabalhista e previdenciária, que põem fim a direitos fundamentais dos trabalhadores.

 


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