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25 de junho de 2019, 06h17

Defesa de Lula deve levar mensagens de Moro na Vaza Jato à ONU, diz jornalista

Lula deve buscar convencer a organização de que “não há remédio jurídico possível” no Brasil. Mais recente tensão foi causada pelo HC sobre a suspeição de Moro, que está na pauta do STF desta terça-feira (25)

Lula em sessão do STF (Wilson Dias/Agência Brasil)

Os advogados do ex-presidente Lula estudam anexar as conversas do ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sergio Moro, com investigadores da Lava Jato à última manifestação que será analisada pela Comissão de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), em setembro.

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As conversas reveladas pelo site The Intercept devem ser juntadas à uma coleção de falas de membros das Forças Armadas e do governo Jair Bolsonaro para comporo enredo que levou Lula à prisão e o impossibilitou de concorrer às eleições presidenciais em 2018.

Segundo informações da jornalista Daniela Lima, na edição desta terça-feira (25) da Folha de S.Paulo, a defesa de Lula atua para convencer a organização de que “não há remédio jurídico possível” para ele no Brasil, devido ao conluio entre magistrados das mais diversas cortes.

A mais recente demonstração dessa tensão nas esferas judiciais é o imbróglio sobre o julgamento do Habeas Corpus no Supremo Tribunal Federal (STF), que pede a suspeição de Moro no caso Triplex, marcado para esta terça-feira (25).

Nesta segunda-feira (24), a ministra Carmem Lúcia tentou manobrar para julgar a ação somente no segundo semestre, mas voltou atrás ao final do dia, dizendo que não mudou a pauta de votação do HC de Lula.


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