sábado, 26 set 2020
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Deputados do PSL trocam farpas e bolsonarista é acusado de “alto salário” e cargos comissionados: “mentiroso e cínico”

O racha provocado por Jair Bolsonaro no PSL, que puniu 18 parlamentares da ala fiel ao presidente nesta terça-feira (3), gerou troca de farpas públicas e acusações de uso da estrutura do partido para obtenção de “alto salário” e nomeação de cargos comissionados.

Em uma discussão no Twitter, Loester Trutis (PSL-MS) acusou o colega de sigla Filipe Barros (PSL-PR), um dos mais ativos defensores do bolsonarismo, de ter ficado “irado” com a punição por perder “alto salário que tinha na liderança” e intimou o paranaense a explicar “seus cargos comissionados” aos seguidores.

“O deputado além de mentiroso é um cínico. 1° eu não sou do conselho de ética, logo não voto. 2° Eu estava na reunião como membro, assim como vc estava. 3° Sua irá pela perda dos cargos CNEs de alto salário que vc tinha na liderança e foram cortados o Sr. Não fala”, tuitou Trutis, em respota a uma publicação de Barros, que divulgou foto da reunião da direção nacional do PSL que decidiu pela punição aos bolsonaristas.

Em outra publicação, o bate boca continuou. Barros diz que Trutis não sabia o que estava fazendo na reunião. “Ou só estava cumprindo ordens?”. O sul-mato-grossense rebate com nova acusação. “Essa tática de confundir o eleitorado logo não funcionará mais. Explique seus cargos comissionados para seus seguidores, como usufruiu da estrutura do PSL”.

Barros acusa, então, o colega de ter “traído” Bolsonaro por dinheiro. “Trutis, a diferença entre nós é que eu fui fiel ao Presidente apesar dos cargos, já você o traiu justamente por causa dele$. Fique com Deus”, ironizou.

Redação
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