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27 de julho de 2018, 12h25

Desembargadora que difamou Marielle e atacou professora com síndrome de Down, agora defende MBL

Marília de Castro Neves volta a fazer comentários polêmicos na Internet, defendendo o MBL e acusando o sistema eleitoral brasileiro de fraudulento

A desembargadora Marília de Castro Neves, que ganhou notoriedade por espalhar informações falsas sobre a vereadora carioca Marielle Franco, assassinada há dois meses atrás, e por atacar uma professora com síndrome de Down em post no Facebook, voltou a disparar ideias usando o teclado do computador.

Para a magistrada, a decisão do Facebook em retirar do ar 196 páginas e 87 perfis falsos, ligados ao Movimento Brasil Livre e acusados de disseminar noticias falsas é prova que vivemos em uma “ditadura comunista”. Detalhe: a fala de Marília acontece justamente na semana em que a palavra comunismo foi retirada da Constituição de Cuba.

Marília acrescentou que “o empenho do governo na utilização de urnas eletrônicas, comprovadamente fraudáveis, é indício seguro que o candidato do ‘sistema’ vencerá as eleições. Na conclusão do post: “É hora de parafrasearmos os franceses na Revolução de 1789 – ÀS ARMAS, CIDADÃOS, FORMAI VOSSOS BATALHÕES”


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