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30 de outubro de 2019, 06h27

Desesperado, Carluxo mostra diário da Câmara para tentar provar que não estava na casa 58 no dia do assassinato de Marielle

Sem dizer quem, Carlos desabafa que "canalhas" tentam ligá-lo ao assassinato da vereadora

Foto: Reprodução/YouTube
O vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) foi às redes sociais na madrugada desta quarta-feira (30) para tentar provar que não estava em casa no dia 14 de março do ano passado, data em que Marielle Franco foi brutalmente assassinada pela milícia. Seu principal argumento são registros do Diário Oficial que relatam a sua presença em plenário na Câmara Municipal do Rio de Janeiro no dia do assassinato.
“Percebendo que a narrativa já nasceu morta, pois o então Dep. Bolsonaro não poderia atender o interfone de sua casa no Rio estando comprovadamente em Brasília, CANALHAS agora tentam me envolver. Segue DCM COM MINHA PRESENÇA, votações e horário de término da sessão do dia 14/03/18”, escreveu o vereador.
O Jornal Nacional revelou nesta terça-feira (29) que, na tarde do dia 14, o ex-policial militar Élcio Queiroz, motorista do carro usado para matar Marielle, esteve no condomínio do presidente Jair Bolsonaro no dia da morte da vereadora e recebeu autorização da casa de Jair para entrar e visitar Ronnie Lessa, apontado como autor dos disparos.
“O sistema está desesperado e disposto a fazer tudo. Tentaram assassiná-lo com uma facada e Deus o salvou. Agora tentam da forma mais baixa assassinar a sua reputação. Podem ter tudo, mas nós temos a verdade”, desabafou o filho do presidente.

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