sexta-feira, 18 set 2020
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Dilma sobre massacre em Paraisópolis: “Bolsonaro, Doria e Witzel apoiam a violência policial e miliciana”

A ex-presidenta Dilma Rousseff (PT) afirmou na manhã desta quarta-feira (4) em uma sequência no Twitter que o massacre que assassinou 9 jovens em Paraísópolis, na zona Sul de São Paulo, não é “fato isolado” e que as polícias militares estão sendo transformadas por Jair Bolsonaro, João Doria (PSDB) e Wilson Witzel (PSC) em “guardas pretorianas de governantes fascistas”.

“Sem dúvida, Bolsonaro, Doria e Witzel apoiam a violência policial e miliciana. As PMs não podem ser transformadas, como o são hoje, em guardas pretorianas de governantes fascistas”, escreve Dilma, compartilhando análise do jornalista Bob Fernandes.

Segundo ela, o ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sergio Moro, junto com Bolsonaro, estimula a violência, a perseguição e a morte nas periferias.

“O massacre de Paraisópolis não é fato isolado. A brutalidade das PMs ocorre todo dia em praticamente todos os estados. O estímulo à violência, perseguição e morte nas periferias será legalizado pelas medidas do pacote anticrime de Bolsonaro, patrocinado pelo ministro Moro”.

Dilma diz ainda que o que ocorreu na comunidade paulistana não foi um erro. “O massacre da PM de SP, que matou 9 jovens de 14 a 23 anos asfixiados e pisoteados em Paraisópolis, quando tentavam escapar da brutalidade policial, não foi um erro, como as autoridades têm a desfaçatez de alegar: foi um linchamento e um assassinato deliberado e metódico”.

Redação
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