Dino diz que morte do menino Henry é fruto da “milicianização da política brasileira”

O governador do Maranhão participa ao vivo do Jornal da Fórum nesta quinta-feira; assista

O governador Flávio Dino (PCdoB), do Maranhão, lamentou o caso da morte de Henry Borel, menino de 4 anos que morreu no dia 8 de março. A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu nesta quinta-feira (8) o vereador Dr. Jairinho (Solidariedade) e a namorada, Monique Medeiros, mãe da criança. Segundo as investigações, Henry teria sido torturado pelo vereador, que já teria agredido outras crianças.

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“Esse caso é algo inadijetivável. É muito difícil não se indignar com as condutas individuais, terríveis, e com o ambiente geral de violência que se produz ao ponto de permitir que um cidadão tenha praticado reiteradas agressões. Tudo isso está em um ambiente dessa milicianização de parte da política brasileira. Vai impondo esse tipo de padrão que vai se naturalizando. E a consequência é o que aí está”, declarou Dino em entrevista às jornalistas Cynara Menezes e Lara Capriglione, no Jornal da Fórum.

“Proteger uma criança tem que estar acima de tudo. Como um pai que teve uma perda dramático de um filho, isso me toca muito. E isso se insere em uma moldura de 4 mil mortes, do riso diante da tragédia, do sofrimento… É a cultura do ódio, da violência”, completou.

“É a banalização do mal que está em jogo”, completou. “Jairinho tinha que ser cassado hoje”, disse ainda.

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Lucas Rocha

Jornalista da Sucursal do Rio de Janeiro da Fórum.