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19 de outubro de 2018, 09h36

Dono da Havan já foi condenado no TSE por propaganda eleitoral ilegal pró-Bolsonaro

Se comprovado o abuso de poder econômico por parte da campanha de Bolsonaro, ele pode se tornar inelegível por oito anos

Foto: Reprodução

Luciano Hang, dono das lojas Havan – um dos empresários que estabeleceu contratos de até R$ 12 milhões para efetuar milhões de disparos no WhatsApp contra Fernando Haddad, segundo reportagem da Folha –, já foi condenado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em setembro de 2018, por contratação irregular de impulsionamento de propaganda eleitoral no Facebook.

No último dia 17, a coligação O Povo Feliz de Novo entrou com ação de investigação judicial eleitoral por abuso de poder econômico contra Jair Bolsonaro (PSL) e Luciano Hang, que fez propaganda de Bolsonaro, constrangendo seus funcionários a votarem no candidato, sob ameaça de fechamento de lojas e demissões em massa. Se comprovado o abuso de poder econômico por parte da campanha de Bolsonaro, ele pode se tornar inelegível por oito anos.

Hang foi condenado a pagar uma multa de R$ 10 mil por impulsionar conteúdo favorável a Jair Bolsonaro na rede social.

“A lei estabelece que pessoa física não pode fazê-lo, por um motivo muito simples: é que seria absolutamente impossível avaliar, na prestação de contas [do candidato], as inúmeras pessoas que contratariam diretamente o impulsionamento”, disse o ministro Luis Felipe Salomão na sentença.

Por Lula.com

 


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