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09 de março de 2019, 17h51

Doria volta atrás e condena ação de policiais que usaram bombas e balas de borracha contra foliões

Policiais militares usaram balas de borracha, gás lacrimogêneo e spray de pimenta na dispersão de foliões após o fim do bloco Agora Vai na Barra Funda, Zona Oeste de São Paulo, na última terça-feira (5)

(Foto: Reprodução TV)

O governador João Doria (PSDB), mudou de opinião em relação à ação de policiais militares que usaram balas de borracha, gás lacrimogêneo e spray de pimenta na dispersão de foliões após o fim do bloco Agora Vai na Barra Funda, Zona Oeste de São Paulo, na última terça-feira (5).

Imagens da ação policial divulgadas pelo portal G1, deixa claro o abuso policial neste caso, foliões e mulheres recebem spray de pimenta e bombas de gás lacrimogênio sem um minimo confronto com os policiais. Após ver as imagens, Doria mudou de opinião sobre a ação dos policiais no carnaval e enviou um novo posicionamento condenando o excesso.

Anteriormente, o governador havia afirmado que considerava “correta” a ação policial. “O que nós condenamos é o que esse grupo fez e as ameaças que promoveu. A polícia agiu de forma correta, pronta resposta. De forma correta e preventiva, sem violência, usando os instrumentos que o protocolo estabelece. O que errou foi na ameaça feita depois no posto policial, isso sim foi objeto de uma orientação minha e do secretário da Segurança Pública do estado de São Paulo, General Campos, no sentido de uma ação disciplinar que já foi feita pelo Coronel Salles, chefe do Comando Policiamento Militar do estado”, disse Doria, na quinta-feira (7).

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Leia a nota do Palácio dos Bandeirantes

“O governador João Doria ao ser questionado pela imprensa na coletiva desta tarde deixou claro que não tinha assistido as imagens do episódio envolvendo os policiais.

Após ter acesso ao conteúdo das imagens, João Doria determinou apuração rigorosa para apontar eventuais excessos dos policiais; reforçou junto ao comando da Polícia Militar o pedido de afastamento imediato do policial que agrediu verbalmente uma moça e do acompanhamento de perto do caso por parte do secretário de Segurança Pública, General João Campos.”

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