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05 de janeiro de 2019, 17h18

Eduardo Bolsonaro no Twitter: “a maior guerra é combater o ativismo judicial impregnado no judiciário ‘progressista'”

Filho de Bolsonaro ainda falou da abertura do mercado de armas no Brasil. "Dar acesso ao cidadão sem abrir o mercado nacional não faz sentido, vai permitir que apenas ricos tenha a legítima defesa e privilegiar uma monopolista nacional de armas", disse ele, que usou verba parlamentar para praticar tiro em um clube de Florianópolis.

Eduardo Bolsonaro (Reprodução/Twitter)

Filho de Jair Bolsonaro (PSL), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL/RJ), que toma posse na Câmara no dia 1º de fevereiro, deu sequência à sua cruzada contra a “esquerda” e o Judiciário pelo Twitter neste sábado (5). Durante a campanha, Eduardo disse que se o STF tentasse impugnar a candidatura do pai teria “que pagar para ver o que acontece”. “Se quiser fechar o STF você não manda nem um Jipe, manda um soldado e um cabo”, disse, à época.

“A maior guerra não é alterar as leis, mas sim combater o ativismo judicial, já impregnado no judiciário ‘progressista’, tuitou, após dizer que a “esquerda não consegue nem diferenciar uma força de expressão de cores azul e rosa, você vai mesmo esperar que eles interpretem uma lei de maneira honesta?”.

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O tuíte remete a um dos temas que o filho do presidente comentou neste sábado: o estatuto do desarmamento. “A lei 10.826 (estatuto do desarmamento) fala “DECLARAÇÃO de efetiva necessidade” e NÃO COMPROVAÇÃO. Declaração é ato unilateral, eu declaro o que eu quiser e isso independe da aceitação da outra parte. Não é ato bilateral. Cumpra-se a lei e não a regulamentação de Lula/PT”, escreveu, ao comentar os requisitos para aquisição de arma de fogo.

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Ainda sobre o tema, Eduardo fez a defesa da abertura do mercado de armamentos, após uma pesquisa de preço sobre um carregador da arma glock, que custa no Brasil R$ 750 “(quanto tem!)”, ante a R$ 100 nos Estados Unidos.

“Dar acesso ao cidadão sem abrir o mercado nacional não faz sentido, vai permitir que apenas ricos tenha a legítima defesa e privilegiar uma monopolista nacional de armas”, disse ele, que usou verba parlamentar para praticar tiro em um clube de Florianópolis.

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