“Crime eleitoral” viraliza após denúncia de suposta compra de votos por Covas

Diversos usuários criticaram a postura do Jornal O Globo de não classificar como possível "crime eleitoral" ou "compra de votos" ação que teria sido promovida por aliados do prefeito

O termo “crime eleitoral” ganhou grande repercussão nas redes sociais nesta quinta-feira (26) após denúncias de suposta compra de votos pela campanha à reeleição do prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), com distribuição de cestas básicas na Brasilândia às vésperas do pleito de domingo. Um vídeo mostra a cena que teve carro da Prefeitura adesivado com “45” e jingle do candidato.

A expressão foi parar nos assuntos mais comentados do Twitter na noite desta quinta, logo após uma publicação de uma matéria do Jornal O Globo que não mencionava que a prática pode ser enquadrada como suposto crime eleitoral por compra de votos. Nem “crime eleitoral”, nem “compra de votos” aparecem na reportagem.

Na manchete, que foi publicada no Twitter, o veículo classifica apenas como “reclamação” a reação da campanha de Boulos. Diversos usuários, então, responderam a postagem do jornal com o termo que viralizou. O título adotado foi: “Com jingle de Covas, entrega de cestas básicas pela prefeitura de São Paulo provoca reclamação de Boulos”.

Campanha de Covas

Questionada pela Fórum, a campanha de Bruno Covas informou que o ato em questão não é oficial e que vai apurar internamente o ocorrido.

“A campanha de Bruno Covas não distribui cestas básicas. É inadmissível que, a três dias das eleições, este tipo de conduta esteja sendo compartilhada. Apesar dos ataques e das fake news, vamos manter a nossa postura de mostrar aos eleitores o que fizemos nos últimos anos à frente da prefeitura da capital e o que vamos realizar nos próximos 4 anos”, diz nota oficial.

Confira aqui a matéria do O Globo

Confira a repercussão nas redes

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Lucas Rocha

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