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21 de outubro de 2018, 11h49

Em ato no Maranhão, Haddad anuncia redução no preço do gás, se for eleito. Vídeo

Ao lado do governador reeleito, Flávio Dino, o candidato do PT à presidência discursou em meio a uma multidão que acompanhou o ato político em São Luís e disse, ainda, que, se vencer a eleição, o Bolsa Família será reajustado em 20%

Foto: Reprodução/Vídeo

O candidato à presidência da República pela coligação “O Povo Feliz de Novo”, Fernando Haddad (PT), e o governador reeleito em primeiro turno, Flávio Dino (PCdoB), arrastaram uma mutidão, durante ato político na manhã deste domingo (21), em São Luís, Maranhão. Em seu discurso, Haddad anunciou duas medidas, caso seja eleito no próximo domingo.

“Se eu vencer a eleição, no dia 1 de janeiro de 2019, nós vamos tomar uma medida para que em nenhum lugar do país o botijão de gás possa custar mais do que R$ 49,00. A Gleisi (Hoffmann) me encomendou os cálculos, nós reunimos a equipe econômica e ela falou: ‘Haddad, anuncia o preço do gás em nosso governo”’. Além disso, Haddad afirmou, ainda, que o Programa Bolsa Família terá 20% de reajuste, caso seja eleito.

Bastante rouco, segundo ele, em função de ter gritado muito que Bolsonaro é um soldadinho de araque, sábado, no Ceará, Haddad voltou a criticar seu adversário: “Ele ficou 28 anos como deputado e ninguém sabe o que ele fez. Aliás, só espalhou violência. A Gleisi me mostrou hoje um vídeo do filho dele, dizendo que vai fechar o Supremo Tribunal Federal (STF) se for desafiado. O Brasil não precisa disso”, destacou.

Oligarquia

O governador Flávio Dino esbanjou confiança na vitória, lembrando seu desempenho no Maranhão. “Nós conseguimos derrotar a oligarquia mais antiga do Brasil, e vencemos duas vezes no primeiro turno”, se referindo à família Sarney.

“O Brasil não precisa de um soldado, mas nem para isso ele serve, porque é um covarde”, disse Dino, recordando a ausência de Bolsonaro nos debates contra Fernando Haddad.

O governador do Maranhão ainda ressaltou que o petista representa o legado do ex-presidente Lula, enquanto Bolsonaro é próximo da prática política de Michel Temer.


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