terça-feira, 29 set 2020
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Em evento com empresárias e socialites, Rosângela Moro pede fim do assistencialismo

A uma “seleta” plateia, Rosângela Moro, esposa do ex-juiz e ministro da Justiça, Sérgio Moro, se reuniu, nesta segunda-feira (22), com cerca de 25 empresárias e socialites, para debater empreendedorismo social.

Durante o evento, realizado em um shopping de alto padrão em São Paulo, a advogada declarou que “assistencialismo é uma palavra que a gente tem que deixar para trás”. Para ela, quem tem de investir no chamado terceiro setor são as empresas e não o Estado, de acordo com informações de Talita Marchao, do UOL.

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“Até um tempo atrás, ONGs eram os grandes atores do empreendedorismo social. Nós podemos deslocar todo esse papel que as ONGs fazem para as empresas, que têm essa responsabilidade de entregar o seu produto ou serviço sem prejudicar o meio ambiente, combatendo a violência feminina e a fome”, disse.

“O Estado, que é o primeiro setor, não gera dinheiro. As ONGs precisam de dinheiro, e não é o Estado que vai dar. Não é o Estado quem tem que dar. O dinheiro circula no segundo setor, que é o mercado”, acrescentou.

A esposa de Moro, vestindo vermelho e com uma bolsa da grife Gucci nas mãos, chegou com escolta da Polícia Federal. Veio acompanhada de uma empresária do ramo de joias, a socialite Lydia Leão Sayeg, uma das protagonistas do programa de televisão “Mulheres Ricas”. A organização do evento esteve a cargo do jornalista Bruno Astuto e do escritório Nelson Wilians Advogados.

“Gloriosa”

Muito bajulada, Rosângela foi chamada de “gloriosa” e aplaudida a cada resposta. Marcaram presença no evento a advogada Sandra Comodaro, presidente do Lide Mulher Paraná e sócia da Nelson Wilians & Advogados; Anne Wilians, presidente do Instituto Nelson Wilians; e Nadir Moreno, presidente da UPS no Brasil.

Ao abordar o tema educação, a advogada e esposa de Moro revelou uma passagem pessoal familiar. Ela disse que não deixou o filho de 12 anos participar de uma feira de profissões na escola. “Criança tem que brincar. Deixa ele em casa jogando videogame que quando ele tiver querendo saber mais a respeito disso… Eu não concordo, sou meio conservadora”, declarou Rosângela.

Redação
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