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05 de junho de 2019, 12h19

Ex-assessor de Flávio Bolsonaro, PM aumenta patrimônio em mais de 1.000% e declara metade em dinheiro vivo

O PM foi um dos 95 alvos das quebras de sigilos fiscal e bancário autorizadas pela Justiça na investigação do Ministério Público do Rio sobre Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz

O PM Wellington Sérvulo Romano da Silva, Queiroz e Flávio Bolsonaro (Reprodução)

Reportagem de Catia Seabra e Italo Nogueira, na edição desta quarta-feira (5) da Folha de S.Paulo, revela que o policial militar reformado Wellington Sérvulo Romano da Silva, ex-assessor de Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), declarou em 2016 ter mais da metade de seu patrimônio em dinheiro vivo. Ele também teve salto patrimonial de mais de 1.000% no período em que atuou com o então deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

O PM foi um dos 95 alvos das quebras de sigilos fiscal e bancário autorizadas pela Justiça na investigação do Ministério Público do Rio sobre Flávio e Fabrício Queiroz.

As informações constam das declarações de Imposto de Renda do tenente-coronel reformado, referentes aos anos de 2014, 2015 e 2016, às quais a Folha teve acesso.

O tenente-coronel reformado ficou lotado junto a Flávio de abril de 2015 a setembro de 2016. Inicialmente estava vinculado ao gabinete da vice-liderança do PP, ocupada à época por Flávio. Um ano depois foi transferido para o próprio gabinete do então deputado e demitido em setembro.

Neste mesmo período, segundo as informações enviadas à Receita Federal, Sérvulo aumentou seu patrimônio declarado de R$ 9.273,37, no fim de 2015, para R$ 103.291,47, em dezembro de 2016. O aumento se deveu principalmente aos R$ 55 mil em dinheiro vivo que ele declarou como bem em 2016.

Leia a reportagem na íntegra


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