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23 de agosto de 2019, 11h40

Ex-comunista Aldo Rebelo entra na lista de general Villas Bôas dos que devem se unir para defender Bolsonaro contra França

“Vamos nos unir em torno daqueles que têm procurado trazer à luz a verdade sobre essas questões ambientais e indigenistas”, tuitou o ex-comandante das Forças Armadas, mencionando Rebelo

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Após convocar os brasileiros a “se posicionarem firmemente” diante dos “ataques diretos à soberania brasileira”, segundo ele, feitos pelo presidente francês Emmanuel Macron, o general Eduardo Villas Bôas ex-comandante das Forças Armadas, incluiu o ex-comunista Aldo Rebelo em uma lista dos brasileiros que devem se unir para defender Jair Bolsonaro contra a França, na crise das queimadas na Amazônia.

“Vamos nos unir em torno daqueles que têm procurado trazer à luz a verdade sobre essas questões ambientais e indigenistas”, tuitou.

“Me refiro ao Ministro Ricardo Sales, Aldo Rebelo, Evaristo de Miranda, Luiz Carlos Molion, Lourenço Carrasco, Denis Rosenfield, Professor Francisco Carlos, General Rocha Paiva, General Alberto Cardoso e o General Heleno”, acrescentou Villas Bôas.

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Trajetória no PCdoB

Aldo Rebelo teve uma longa trajetória política dentro do PCdoB, se filiando em 1977. Entre os cargos que exerceu foi vereador em São Paulo, deputado federal por seis mandatos, ministro, presidente da Câmara.

Rebelo se desligou do PCdoB em agosto de 2017 para se filiar ao PSB. No entanto, não ficou muito tempo, pois saiu em 2018 para se transferir para o Solidariedade. Ainda em 2018, assumiu a chefia da Casa Civil do então governador de São Paulo, Márcio França (PSB).


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