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06 de fevereiro de 2020, 13h58

Fachin autoriza acordo de delação premiada com Sérgio Cabral

A decisão agora segue para o Ministério Público Federal (MPF). Os depoimentos, no entanto, devem permanecer em sigilo

Foto: Reprodução

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, homologou nesta quarta-feira (5) o acordo de delação premiada do ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (MDB). A decisão segue para o Ministério Público Federal (MPF). Os depoimentos, no entanto, devem permanecer em sigilo.

Cabral está preso desde outubro de 2016 e já soma 280 anos de prisão em penas. Na ocasião, ele assinou um acordo de delação com a Polícia Federal, além de se comprometer em devolver R$ 380 milhões em propinas recebidas.

A partir de agora, com a validação do acordo, a Procuradoria-Geral da República (PGR) irá avaliar quais as linhas serão traçadas com base no depoimento dele.

Neste mês, o ex-governador afirmou que Luiz Fernando Pezão, seu sucessor, foi parte do esquema de arrecadação de propina liderado por ele, através da Secretaria Estadual de Obras, “desde o primeiro momento do meu governo”. Em depoimento a Marcelo Bretas, o juiz responsável pelas ações em primeira instância da Lava Jato no estado, Cabral explicou o funcionamento de um “escritório da propina” montado nos primeiros dias do seu mandato, em 2007.


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