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16 de fevereiro de 2020, 22h10

Flávio Dino diz que morte de miliciano não deveria ser preocupação de Bolsonaro, mas da polícia

Para o governador do Maranhão, presidente deveria ter outras prioridades, como desemprego e educação

Divulgação

O governador do Maranhão, Flávio Dino, do PCdoB, criticou o presidente Jair Bolsonaro neste domingo (16) por suas declarações sobre a morte de Adriano da Nóbrega, miliciano acusado de ser chefe do Escritório do Crime. Para Dino, o presidente deveria ter outras prioridades.

“Morte de miliciano acusado de crimes não deveria ser assunto do presidente da República, e sim da Polícia. O presidente da República deveria ter outras prioridades: desemprego; crescimento da economia; preço do gás de cozinha; educação e saúde, entre outros”, escreveu o governador.

Uma análise feita pelo jornal Folha de S.Paulo e divulgada neste domingo (16) mostrou que o primeiro ano do governo Bolsonaro trouxe retrocesso em 58 áreas das 108 que foram analisadas. Assistência social, saúde, educação e meio ambiente foram as que mais sofreram com a política do ex-capitão.

O levantamento destaca como marco do retrocesso a fila interminável do INSS, a volta da fila de espera do Bolsa Família e o aumento de quase 30% no desmatamento da Amazônia. Até mesmo em áreas que tiveram melhora, como o índice de desemprego, o jornal destaca que há a ressalva do aumento da informalidade.


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