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12 de junho de 2018, 17h19

Fux pede vista e decisão sobre arresto de bens de Aécio é adiada mais uma vez

Este foi o segundo adiamento da decisão. Em maio, o ministro Barroso pediu vista do processo após o voto de Marco Aurélio

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Luiz Fux, pediu vista e a 1ª Turma suspendeu o julgamento do recurso da PGR (Procuradoria-Geral da República) que pedia o arresto (apreensão judicial) de bens do senador Aécio Neves (PSDB-MG) e de outros três investigados.

Luís Roberto Barroso e a ministra Rosa Weber já haviam votado favoravelmente à apreensão judicial de R$ 1,6 milhão de Aécio e dos investigados. O ministro Marco Aurélio Mello, relator do processo contra o tucano, votou contrário ao arresto dos bens.

Ainda faltam votar o ministro Alexandre de Moraes e Luiz Fux, que pediu vista do processo.

Este foi o segundo adiamento da decisão. Em maio, o ministro Barroso pediu vista do processo após o voto de Marco Aurélio.

O pedido da PGR tem o objetivo de garantir o pagamento da multa que pode ser imposta em caso de futura condenação. Segundo o ministro Barroso, a multa máxima pelo crime de corrupção pode chegar a R$ 5,5 milhões.

Delação da JBS

A 1ª Turma do STF aceitou em maio a denúncia apresentada pela Procuradoria contra Aécio, sob a acusação dos crimes de corrupção passiva e obstrução de Justiça. Com a decisão, o tucano se tornou réu pela primeira vez.

Com a decisão, Aécio se tornou réu pela primeira vez, além da sua irmã, Andrea Neves, o primo Frederico Pacheco de Medeiros e Mendherson de Souza Lima, na época assessor do senador Zezé Perrella (PMDB-MG).

A denúncia teve como base a delação de executivos da J&F, divulgada em 2017, na qual Aécio foi flagrado pedindo R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista. Nas gravações, o senador tucano afirma que o dinheiro seria usado para pagar despesas com advogados.

Com informações do UOL

 


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