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29 de janeiro de 2018, 08h23

Gregório Duvivier faz a lista dos bandidos de estimação do golpe

“Tô falando, claro, do Alckmin, citado três vezes pela Odebrecht. 'Ah, mas eu gosto dele!' Dane-se. 'Ah, mas quem mandou votar nele foi a Opus Dei.' Não importa. Esta eleição só vai ter ficha limpa, meu amigo”, escreve o colunista Gregório Duvivier, que também cita Jair Bolsonaro, João Doria e Henrique Meirelles.

“Tô falando, claro, do Alckmin, citado três vezes pela Odebrecht. ‘Ah, mas eu gosto dele!’ Dane-se. ‘Ah, mas quem mandou votar nele foi a Opus Dei.’ Não importa. Esta eleição só vai ter ficha limpa, meu amigo”, escreve o colunista Gregório Duvivier, que também cita Jair Bolsonaro, João Doria e Henrique Meirelles.

Da Redação*

Os golpistas têm seus bandidos de estimação, aponta Gregório Duvivier em sua coluna desta segunda-feira (29), na Folha de S.Paulo, intitulada “O Brasil não pode ter bandido de estimação”. “Tô falando, claro, do Alckmin, citado três vezes pela Odebrecht. ‘Ah, mas eu gosto dele!’ Dane-se. ‘Ah, mas quem mandou votar nele foi a Opus Dei.’ Não importa. Esta eleição só vai ter ficha limpa, meu amigo”, escreve ele.

Duvivier também cita outros candidatos da direita ou associados ao golpe de 2016. “Bolsonaro surgiu no PP de Maluf e está entre os beneficiados da ‘lista de Furnas’, junto com Aécio, Cunha e muitos outros. Recentemente revelou-se que emprega funcionária fantasma vendedora de açaí e que a família dele multiplicou o patrimônio desde que entrou pra política”, lembra. “João Doria usou offshore pra comprar apartamento em Miami”, afirma.  “Henrique Meirelles, além de presidente do Banco Central no governo Lula, presidiu o conselho da JBS. Sim, a empresa dos Irmãosley. Será mesmo que não sabia de nada?”, questiona.

*Com informações da Folha de S.Paulo e do Brasil 247

Foto: Divulgação


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