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23 de julho de 2018, 08h31

Haddad defende democratização das comunicações e chama de choque radicalmente liberal

Sobre o seu nome ser apontado como o provável substituto, caso Lula não possa ser o candidato, Haddad disse que “dentro do PT não é verdade isso”

O ex-prefeito de São Paulo e ex-ministro da Educação, Fernando Haddad disse, em entrevista ao jornal Valor Econômico publicada nesta segunda-feira (23) que está com o plano de governo do PT pronto para apresentar ao partido. O programa irá propor o que ele chama de “choques liberais”.

Entre alguns dos itens está a regulação aos meios de comunicação. Outro é a criação de um sistema de prêmios e punições tributárias para bancos reduzirem o spread.

Sobre o seu nome ser apontado como o provável substituto, caso Lula não possa ser o candidato, Haddad disse que isso não é cogitado dentro do partido: “dentro do PT não é verdade isso”.

Sobre a concentração dos meios de comunicação, Haddad disse que o partido irá propor uma “regulamentação que aumente o pluralismo e a diversidade dos meios. Apesar de serem concessões públicas, rádios e TVs sequer têm contrato de concessão com caderno de encargos. Toda concessão pública no Brasil – rodovias, hidrelétricas, linhas de transmissão, distribuidoras, telefonia – todas têm cadernos de encargos”, lembrou.

O ex-prefeito ressalta ainda que é preciso criar um “compromisso com diversidade, com o contraditório, com liberdade de expressão de camadas vulneráveis, com representatividade étnica. Nada disso tem previsão nas concessões. Mesmo do ponto de vista regional, é tênue o compromisso com temas locais. Entendemos que isso faz parte do patrimonialismo brasileiro, a maneira como está regulado o setor é parte de um problema, digamos, quase que genético do país. Queremos dar um choque liberal”, disse.

Leia a entrevista completa no Valor Econômico

 


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