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16 de junho de 2019, 09h09

Haddad sobre pivô da demissão de Joaquim Levy: “Bozo não conseguiria conviver com tanto talento”

Haddad disse que Marcos Barbosa Pinto - que desagradou Bolsonaro por ter trabalhado no governo Dilma Rousseff e se tornou o pivô da nova crise - o assessorou em dois projetos: o Prouni e as Parcerias Públicos Privadas (PPP)

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT) foi às redes sociais na manhã deste domingo (16) para comentar o pedido de demissão de Joaquim Levy da presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

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Haddad disse que Marcos Barbosa Pinto – que desagradou Bolsonaro por ter trabalhado no governo Dilma Rousseff e se tornou o pivô da nova crise – o assessorou em dois projetos: o Prouni e as Parcerias Públicos Privadas (PPP).

“Reconhecimento: Marcos Barbosa Pinto, pivô da demissão de Levy do BNDES, me assessorou na formatação de 2 projetos de lei: Prouni e PPP. Sua contribuição técnica foi inestimável para o sucesso destas iniciativas. Bozo não conseguiria conviver com tanto talento!”, tuitou Haddad.

Ao renunciar, Levy se antecipou a um processo de fritura que começou neste sábado, quando Bolsonaro disse que estava “por aqui”, colocando “a cabeça” do economista a prêmio.

O estopim, segundo Bolsonaro, foi a indicação de Marcos Barbosa Pinto – que atuou no governo Dilma Rousseff (PT) – para a diretoria de Mercado de Capitais do banco.


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