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28 de janeiro de 2020, 17h13

Holiday ataca Marielle e diz que sua morte “não apaga a podridão” de suas ideias

Vereador não gostou da lei que batiza uma praça na periferia de São Paulo com o nome da vereadora do PSOL brutalmente assassinada em 2018

Foto: Montagem

O vereador Fernando Holiday (DEM-SP) foi às redes sociais nesta terça-feira (28) para criticar a sanção de um projeto de lei que batiza uma praça na periferia de São Paulo com o nome de Marielle Franco, vereadora do PSOL brutalmente assassinada em 2018.

“Não acho que Marielle foi uma boa Vereadora, discordo de quase tudo que ela defendia. Mas minha crítica a criação desta praça se deve ao fato de que ela não era uma política identificada com São Paulo, critério que é necessário para tal homenagem”, publicou o líder do Movimento Brasil Livre (MBL) em seu Twitter. “Por isso, votei contra esta homenagem, pois não me pareceu adequado homenagear uma Vereadora do Rio de Janeiro, mas parece que tanto a Câmara quanto o Prefeito preferiram fazer média com o PSOL do que ter critério”, completou.

O ataque à Marielle Franco, no entanto, veio quando Holiday foi rebatido pela jornalista Barbara Gancia. “Ae, farialimer! Se liga. A simples menção da palavra Marielle, sem necessidade de rosto/sobrenome, virou símbolo de resistência -no mundo inteiro- contra o crime organizado, os grandes esquemas e toda corrupção q corrói o sistema p dentro. Talvez vc nunca entenda a coragem dela”.

O vereador, então, respondeu dizendo que a morte de Marielle “não apaga a podridão das ideias que defendia”.

Praça Marielle Franco em São Paulo 

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, sancionou na última sexta-feira (24) um projeto de lei que batiza uma praça na Brasilândia, bairro da zona norte da capital paulista, com o nome de Marielle Franco.

O projeto de lei, assinado por uma série de parlamentares de partidos de esquerda, de centro e até mesmo de direita, especifica que a praça Marielle Franco será o logradouro delimitado pelas pistas da rua Padre Achilles Silveste.

Atualmente, já são mais de 150 logradouros públicos no Brasil e no mundo, segundo o PSOL, que levam o nome de Marielle.


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