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30 de maio de 2019, 15h59

Justiça do Rio nega pedido de Queiroz para suspender investigação do MP

O MP-RJ acredita que há “indícios robustos de crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa” no gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj

Foto: Reprodução

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro negou pedido da defesa de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), para suspender as investigações do Ministério Público do RJ (MP-RJ) sobre apurações de supostas irregularidades no gabinete do filho do presidente quando ele era deputado estadual.

O pedido de habeas corpus foi apresentado ao desembargador Antonio Carlos do Nascimento Amado, da 3ª Câmara Criminal, que não acatou a solicitação.

As quebras de sigilo bancário e fiscal do hoje senador e de seus assessores na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) foram autorizadas pelo juiz Flávio Itabaiana, da 27ª Vara Criminal do TJ.

O MP-RJ acredita que há “indícios robustos de crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa” no gabinete de Flávio na Alerj.

“Tranquilidade”

A defesa de Queiroz, por meio de nota, disse que “recebe com absoluta tranquilidade a informação de que a liminar no Habeas Corpus foi negada, uma vez que esta primeira avaliação é realizada de forma inicial e continua confiante de que a questão será avaliada por três desembargadores que certamente apresentarão a melhor solução e dentro dos critérios de justiça que sempre nortearam seus julgamentos”.


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