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10 de julho de 2020, 10h09

Kataguiri diz que presos pela Polícia Civil não eram do MBL e chama acusações de “devaneio tolo”

Luciano Ayan, um dos presos na operação, foi sócio de um dos fundadores do MBL e tinha textos seus compartilhados pelo grupo

Foto: Reprodução/YouTube

O deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP), um dos fundadores do Movimento Brasil Livre (MBL), publicou em suas redes sociais nesta sexta-feira (10) uma “nota de esclarecimento” sobre as prisões realizadas nesta manhã contra membros do movimento.

Na nota, o MBL não reconhece Carlos Augusto de Moraes Afonso e Alessander Mônaco Ferreira como membros do grupo e diz que as acusações são um “devanio tolo”. Os dois são investigados por desvio de mais de R$ 400 milhões de empresas.

“Com o respeito e acato ao órgão ministerial, importa esclarecer que as assertivas apontadas quanto ao MBL são completamente distantes da realidade, tratando-se de um devaneio tolo, totalmente despido de sustentação fática e legal”, afirma.

Apesar de negar a ligação dos presos com o grupo, há evidências que apontam o contrário. Carlos Augusto, conhecido como “Luciano Ayan”, foi sócio de Pedro D’Eyrot, um dos fundadores do MBL.

Ele também coordenava uma página acusada de disseminar fake news contra a vereadora Marielle Franco. Nas redes sociais, o MBL costumava compartilhar conteúdos do Ceticismo Político e já publicou textos assinados por Luciano Ayan.

Confira:


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