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18 de outubro de 2019, 11h08

Líder do PSL, Delegado Waldir reitera “vagabundagem” de Bolsonaro e diz que Moro sofre retaliações no governo

"O governo trabalhou pelo enfraquecimento da Polícia Federal, da Lava-Jato. Não quer uma CPI Lava-Toga", disse Waldir, saindo em defesa de Sergio Moro

Bolsonaro e Delegado Waldir (Reprodução/Flickr)

Mantido na liderança da bancado do PSL na Câmara, o deputado Delegado Waldir (PSL-GO) reiterou nesta sexta-feira (18) sua declaração de que Jair Bolsonaro é “vagabundo” e saiu em defesa do ministro da Justiça, Sergio Moro, que, segundo ele, sofre retaliações do próprio governo.

“Se eu sou fiel a ele desde 2011. Se ele pessoalmente, junto com o líder do governo [deputado] Vitor Hugo [PSL-GO] e o senador [governador] Ronaldo Caiado [DEM] trabalham para me derrubar do diretório de Goiás. E assim está fazendo com outros parlamentares no país todo. Isso não é traição, isso não é vagabundagem? Então eu não retiro nada do que eu falei”, afirmou ao chegar em reunião da executiva do PSL em Brasília.

O deputado disse que a sigla vai divergir do governo em “alguns itens”. “Nós somos defensores da família, da pátria, do combate à corrupção. Nós vamos divergir do governo sim em alguns itens. Por exemplo, o governo trabalhou pelo enfraquecimento da Polícia Federal, da Lava-Jato. Não quer uma CPI Lava-Toga”, disse Waldir, saindo em defesa de Sergio Moro.

“[Bolsonaro] Enfraqueceu Sergio Moro. Isso nós vamos ser intransigente. Tirada do Moro. Pautas da liberdade econômica”, afirmou.

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