Wadih Damous diz que pedido de semi-aberto de Lula é desfaçatez da Lavo Jato

Ex-deputado pede anulação de processos contra o petista

Os procuradores da Operação Lava Jato afirmam querem que o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva cumpra a sua pena em regime semi-aberto e enviaram o pedido de relaxamento para o Supremo Tribunal Federal nesta sexta-feira (27). Para o ex-presidente da OAB e ex-deputado federal Wadih Damous, tudo não passa de um jogo de retórica da equipe comandada por Deltan Dallagnol.

Para Damous, depois que os procuradores foram expostos pelas mensagens reveladas pelo The Intercept, eles agora querem passar uma impressão que todo processo ocorreu dentro da normalidade.

“Agora a organização criminosa Lava Jato defende a progressão de regime para o Presidente Lula. A desfaçatez dessa turma não tem limites. Querem, depois da revelação dos seus crimes, aparentar isenção. Lula não vai morder a isca. Os processos têm de ser anulados”, escreveu o ex-deputado em seu Twitter.

Deltan Dallagnol, Laura Tesller e Roberto Pozzobon pedem que o ministro Edson Fachin, do STF seja comunicado sobre habeas corpus que trata da suspeição do ministro Sergio Moro sobre atuação dos processos em que o ex-presidente está envolvido.

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Gil Luiz Mendes

Jornalista vencedor do 5º Prêmio Tim Lopes de Jornalismo Investigativo e menção honrosa no 32º Prêmio Vladimir Herzorg de Direitos Humanos.

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