Marcelo Auler mostra como a força tarefa da Lava Jato protegeu Aécio

“Muito provavelmente, por conta desta falta de isenção a Força Tarefa da Lava Jato em Curitiba jamais descobriu os pedidos de dinheiro, via caixa dois, feitos a empresários por Aécio Neves e/ou pela sua irmã, Andréa Cunha Neves, atualmente presa”, escreveu o jornalista Por Redação O jornalista Marcelo Auler publicou em seu site, nesta terça-feira […]

“Muito provavelmente, por conta desta falta de isenção a Força Tarefa da Lava Jato em Curitiba jamais descobriu os pedidos de dinheiro, via caixa dois, feitos a empresários por Aécio Neves e/ou pela sua irmã, Andréa Cunha Neves, atualmente presa”, escreveu o jornalista

Por Redação

O jornalista Marcelo Auler publicou em seu site, nesta terça-feira (23), um texto analisando como o senador Aécio Neves (PSDB-MG) vinha sendo protegido diante de tantas acusações ao longo dos últimos anos. Mesmo delegados da Polícia Federal não escondiam seu apoio ao tucano nas redes sociais.

“Mais do que possíveis transgressões disciplinares previstas na Lei 4878-65 (regime jurídico dos funcionários policiais civis da União e do Distrito Federal), demonstraram que os responsáveis pela Operação Lava Jato tinham um lado político definido. Não apenas torciam por um candidato. Faziam propaganda do mesmo”, afirmou.

O repórter ressaltou que o próprio juiz do caso, Sergio Moro, demonstrou intimidade ao ser fotografado ao lado de Aécio em um evento da revista IstoÉ, em dezembro de 2016, no Citibank Hall, na Zona Sul de São Paulo.

“Muito provavelmente, por conta desta falta de isenção a Força Tarefa da Lava Jato em Curitiba jamais descobriu os pedidos de dinheiro, via caixa dois, feitos a empresários por Aécio Neves e/ou pela sua irmã, Andréa Cunha Neves, atualmente presa”, enfatizou.

Para ler a matéria na íntegra, clique aqui.

Foto: Marri Nogueira/ Agência Senado

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