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20 de março de 2019, 07h02

Miliciano, ex-vereador diz que ficou 10 horas em churrascaria no dia do assassinato de Marielle

Cristiano Girão (ex-PMN) é investigado por morte de marido da ex-mulher, que foi morto por tiro de fuzil na mesma noite em que Marielle Franco foi assassinada no Rio

O ex-vereador Cristiano Girão (Arquivo)

Reportagem de Sérgio Ramalho e Flávio Costa, no portal Uol, informa que, em depoimento à Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro, o ex-vereador Cristiano Girão Matias (ex-PMN) disse ter ficado das 14h até meia noite na churrascaria Barra Brasa, na zona Oeste do Rio, no dia 14 de março de 2018, mesma data em que a vereadora Marielle Franco (PSol) e o motorista Anderson Gomes foram assassinados.

Segundo a reportagem, o longo banquete foi apresentado por Girão como álibi em depoimento que apura a suposta participação do miliciano na morte do namorado da ex-mulher, a MC Samantha Miranda. Marcelo Diotti da Mata, que estava casado com a MC, foi morto na mesma noite em que Marielle foi assassinada.

Marcelo foi morto com tiros de fuzil M-16 – o mesmo tipo dos 117 encontrados na casa de um amigo do sargento reformado da PM, Ronnie Lessa, que executou o assassinato de Marielle.

Em depoimento, Girão negou qualquer envolvimento com os ataques e disse ter ficado sabendo das mortes de Marielle, Anderson e Marcelo pelo noticiário. O ex-sargento do Corpo de Bombeiros afirmou não conhecer a vereadora e também negou ter feito ameaças à ex-mulher e ao seu companheiro.

Leia a reportagem completo no portal Uol


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