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19 de março de 2019, 07h26

Militares querem evitar “comemorações efusivas” em aniversário do golpe de 64

“É o primeiro 31 de Março sob a égide do governo de Jair Bolsonaro. Espera-se que haja algum tipo de comemoração, digamos assim, mas ela será, obviamente, intramuros”, disse o general Hamilton Mourão

Reprodução

Reportagem de Gustavo Uribe, na edição desta terça-feira (19) da Folha de S.Paulo, informa que a cúpula militar quer evitar comemorações públicas e efusivas dos 55 anos do golpe militar, a serem completados no próximo dia 31 de março.

Segundo a reportagem, a preocupação é de que, por se tratar da primeira celebração da data no governo Jair Bolsonaro (PSL), as manifestações extrapolem os muros dos quartéis e batalhões e ganhem os espaços públicos, tensionando ainda mais o clima político.

Com a vitória de Bolsonaro, generais de alta patente avaliam agora reincluir a data na programação oficial do Exército. Procurado pela Folha, o Ministério da Defesa disse, por meio de sua assessoria de imprensa, que por enquanto “não dispõe de informações a respeito”.

O receio surgiu após terem chegado a auxiliares do governo informações sobre a intenção de serem promovidas festividades maiores do que em anos anteriores para comemorar a efeméride, como em escolas de formação e em clubes militares.

“É o primeiro 31 de Março sob a égide do governo de Jair Bolsonaro. Espera-se que haja algum tipo de comemoração, digamos assim, mas ela será, obviamente, intramuros”, disse à Folha o vice-presidente, general Hamilton Mourão.

Leia reportagem na íntegra.


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