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24 de fevereiro de 2020, 14h37

Ministério Público do Rio não vai investigar porteiro do “seu Jair”

Acusado de falso testemunho, porteiro disse que o próprio presidente autorizou a entrada do assassino de Marielle no Vivendas da Barra

Condomínio Vivendas da Barra (Reprodução)

O Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MP-RJ), responsável pelas investigações do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, não vai investigar o porteiro do condomínio Vivendas da Barra que teria mentido em depoimento.

O homem disse ter ouvido do “seu Jair”, em referência ao presidente Jair Bolsonaro, uma ordem para autorizar o assassino de Marielle, ex-PM Élcio Queiroz, a entrar no condomínio e ir ao encontro de Ronnie Lessa no dia do assassinato da vereadora. Investigadores não vai mais apurar o que levou o porteiro a mentir em depoimento.

O funcionário do condomínio já foi ouvido duas vezes pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, antes da divulgação da reportagem pelo Jornal Nacional. Em ambas, ele teria confirmado que “Seu Jair” liberou a entrada de Elcio Queiroz.

De acordo com a coluna de Guilherme Amado, na revista Época, o foco será a solução do assassinato em si.


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