MPL é impedido de protestar em frente à casa de Doria em novo ato contra aumento de tarifa

Cerca de 5 mil manifestantes seguiram pela Avenida Faria Lima no sentido do Largo da Batata, em Pinheiros, zona oeste de São Paulo, mas foram impedidos pela Polícia Militar de seguir até a rua onde mora o prefeito.

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Cerca de 5 mil manifestantes seguiram pela Avenida Faria Lima no sentido do Largo da Batata, em Pinheiros, zona oeste de São Paulo, mas foram impedidos pela Polícia Militar de seguir até a rua onde mora o prefeito. Da Redação* O Movimento Passe Livre (MPL) realizou o segundo ato pela revogação do aumente da passagem do transporte público de São Paulo, de R$ 3,80 para R$ 4, que entrou em vigot no último dia 7. Cerca de 5 mil manifestantes seguiram pela Av. Faria Lima no sentido o Largo da Batata, em Pinheiros, zona oeste da capital, onde chegaram por volta de 19h50. Ajude a Fórum a fazer a cobertura do julgamento do Lula. Clique aqui e saiba mais. A ideia inicial era concentrar o ato, a partir das 17 horas, em frente à casa do prefeito João Doria (PSDB), na Rua Itália, bairro dos Jardins. Entretanto, desde 15 horas a Polícia Militar (PM) bloqueou as ruas da região e revistava todas as pessoas que transitavam no local. Com isso, o encontro dos manifestantes foi alterado para o cruzamento das avenidas Faria Lima e Cidade Jardim. “Tivemos de mudar, porque a polícia estava abordando as pessoas de forma abusiva. É questão de segurança dos manifestantes”, afirmou a ativista Sofia, porta-voz do Passe Livre, em entrevista a um dos coletivos que cobrem o ato. Antes do protesto, os manifestantes sentaram-se na avenida e fizeram uma aula pública sobre o direito à cidade. A PM pediu aos manifestantes para que liberassem a via, mas o Passe Livre afirmou que não era possível alocar todas as pessoas no canteiro central por falta de espaço. A Polícia acompanhou o ato com dezenas de viaturas, dois blindados e cerca de 500 soldados. *Com informações da Rede Brasil Atual Foto: Agência Brasil