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30 de agosto de 2019, 18h06

“Paralização”: Weintraub justifica seu erro de português com erros dos outros

Ministro da Educação, que costuma a chamar a atenção por suas constantes gafes, procurou erros de jornais para justificar o seu

O ministro da Educação, Abraham Weintraub (Reprodução/Youtube)

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, usou sua conta do Twitter, como de costume, para comentar o erro de português em um ofício endereçado ao ministro da Economia, Paulo Guedes.

Conhecido por suas gafes, Weintraub escreveu a palavra “paralisação” com a letra “z” por duas vezes. Além disso, ainda redigiu a palavra “suspensão” com “ç”. O erro gerou forte repercussão e é, nesta sexta-feira (30), motivo de piada nas redes sociais.

Em sua postagem de justificativa, apesar de assumir a responsabilidade pelo erro, o ministro diz que não foi ele quem escreveu o texto. Ele ainda tentou se defender usando erros dos sites do Estadão e do Brasil 247.

“Minha responsabilidade. Não escrevi, mas li e deixei passar. Assim como quem escreveu e editou as matérias do Estadão e do Brasil 247. Só para lembrar que Congresso é com dois ‘S’ e ‘Boslonaro’ é Bolsonaro. Erros acontecem”, publicou Weintraub.

O ofício em questão alerta que o corte de recursos no orçamento de 2020 previsto para o Ministério é insuficiente até mesmo para compra de livros e pode levar à interrupção das atividades em universidades públicas.

“O referencial monetário apresentado ao MEC impossibilita a destinação de menos da metade do orçamento que as universidades e institutos possuem atualmente. Com isso, haverá a paralização (sic) de cursos, campi e possivelmente instituições inteiras, comprometendo a educação superior e a educação profissional e tecnológica (EPT)”, afirma o ministro na página 6.


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