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19 de dezembro de 2019, 08h45

Parentes de Bolsonaro sacavam salário em dinheiro para repasse no esquema de corrução, diz MP-RJ

O total recebido pelos nove integrantes do clã que tiveram o sigilo quebrado é de R$ 4,8 milhões, sendo que mais de R$ 4 milhões foram sacados em dinheiro para ser repassado ao esquema que funcionava no gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj

Queiroz com Flávio e Jair Bolsonaro (Foto: Reprodução)

No pedido feito à Justiça para cumprimento dos mandados de busca e apreensão realizados nesta quarta-feira (18), o Ministério Público do Rio de Janeiro afirma que os parentes de Ana Siqueira Valle, segunda mulher de Jair Bolsonaro, “sacavam quase a integralidade dos salários recebidos na Alerj para repassar os valores em espécie a outros integrantes da organização criminosa”.

Ao menos nove parentes de Bolsonaro que atuaram no gabinete de Flávio Bolsonaro (ex-PSL-RJ) na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) estão envolvidos no esquema de corrupção, desviando parte do dinheiro público recebido como salário para o esquema de “rachadinha”, comandado pelo ex-PM Fabrício Queiroz.

O MP diz que “os integrantes da família Siqueira, de forma peculiar, costumavam sacar em espécie percentuais elevados dos seus rendimentos em datas próximas aos pagamentos mensais na Alerj”.

O total recebido pelos nove integrantes da família que tiveram o sigílo quebrado é de R$ 4,8 milhões. Desse montante, 83% foi sacado em espécie. Ou seja, pouco mais de R$ 4 milhões.

Saiba quem são os parentes de Bolsonaro envolvidos no esquema de corrupção

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