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02 de julho de 2019, 08h30

Parte do PSL pode votar contra reforma da Previdência se não entrarem benefícios a policiais

Frota, que está se tornando um crítico contumaz ao governo, diz que Bolsonaro deve a reforma a Maia. Segundo ele, o presidente “não reúne hoje nem 50 votos na Câmara”

Alexandre Frota e Paulo Guedes (Agência Câmara)

Dos 52 deputados do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro (PSL-RJ), 22 podem votar contra a reforma da Previdência, de acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo. O motim seria causado pela recusa do ministro da Economia, Paulo Guedes, de aceitar destaques que beneficiariam policiais civis e federais com regras mais brandas para a aposentadoria.

Na manhã desta segunda-feira (1°), Guedes repetiu a orientação ao deputado Alexandre Frota (PSL-SP), coordenador da comissão da reforma da Previdência. “A hora não é de desidratar. É de hidratar a proposta”, diz o parlamentar.

Chegou a ser marcado por Frota um almoço entre Guedes e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, para azeitar de novo a relação entre os dois. O encontro acabou desmarcado depois que o presidente Jair Bolsonaro acusou os parlamentares de quererem transformá-lo em uma rainha da Inglaterra.

Frota, que está se tornando um crítico contumaz ao governo, diz que Bolsonaro deve a reforma a Maia. Segundo ele, o presidente “não reúne hoje nem 50 votos na Câmara”. A reforma, se passar, será “uma obra do Rodrigo Maia”.


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