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28 de fevereiro de 2020, 06h43

Paulo Guedes usa vigia de empresa terceirizada pelo governo como segurança particular

Adepto da política de menos direitos para trabalhadores, Guedes usa funcionário terceirizado do Ministério da Economia no Rio como segurança quando está na capital fluminense

Paulo Guedes (Foto: Rafael Luz / STJ)

Buscando passar uma imagem de homem simples, que pega avião comercial – pago com verba pública – para se deslocar todas as quintas-feiras ao Rio de Janeiro, onde mora, o ministro da Economia, Paulo Guedes, mostra que é adepto da sua política de menos direitos para os trabalhadores.

Na capital fluminense, Guedes usa um funcionário de uma empresa terceirizada pelo Ministério da Economia que, segundo reportagem da revista Veja, “trabalha fora de seu horário de expediente, muitas vezes aos sábados e domingos, põe a própria vida em risco e não recebe o salário correspondente à função”.

Em julho do ano passado, a própria empresa terceirizada teria comunicado o Ministério da Economia sobre as irregularidas, mas nada foi feito.

Na mensagem, a empresa alerta que o vigilante está sendo usado “em desvio de função”, “fora do horário de trabalho, nos fins de semana”, e, por causa disso, “ausentando-se das suas funções contratuais”, que eram vigiar o prédio onde fica a sede do ministério no Rio de Janeiro.


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