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28 de dezembro de 2019, 12h02

Paulo Pimenta diz que Moro não quer juiz de garantias, mas virou ministro de garantias

O deputado ironiza que, apesar de criticar a emenda, Moro atua como "ministro de garantias" de Queiroz e Flávio Bolsonaro

O ministro Sérgio Moro - Foto: Reprodução/YouTube

O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) foi às redes sociais neste sábado (28) para criticar a parcialidade do ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sergio Moro, com relação ao conceito do “juiz de garantias”. O deputado ironiza que, apesar de criticar a emenda, Moro atua como um “ministro de garantias” para pessoas como Fabrício Queiroz e Flávio Bolsonaro.

“Moro diz que Juiz de Garantias é inviável. Na cabeça dele, juiz de garantias é o que ele foi para Palocci, FHC, Eduardo Cunha, etc. Agora ele é ministro de ‘garantias’, pro Queiroz, Flávio B., Michele B., Jair B., Adriano N., etc. Moro é jagunço de Milicianos e nunca foi Juiz”, escreveu Paulo Pimenta.

Nesta sexta-feira (27), o ministro voltou a criticar a medida do pacote anticrime sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro, que tira a responsabilidade do julgamento de juízes que acompanham processos. Moro disse estar “confuso” com a condução das sentenças por mais de um magistrado.

“Leio na lei de criação do juiz de garantias que, nas comarcas com um juiz apenas (40 por cento do total), será feito um ‘rodízio de magistrados’ para resolver a necessidade de outro juiz. Para mim é um mistério o que esse ‘rodízio’ significa. Tenho dúvidas se alguém sabe a resposta”, escreveu.

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