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31 de dezembro de 2017, 13h12

Paulo Pimenta: “O Brasil de 2018 sonha com empregos e oportunidades”

Do grupo político de Temer não há o que esperar para 2018; mas do nosso povo, brasileiros e brasileiras, muita luta em defesa da democracia e para impedir que a esperança em um país melhor seja destruída pelo “Quadrilhão do PMDB”.

Do grupo político de Temer não há o que esperar para 2018; mas do nosso povo, brasileiros e brasileiras, muita luta em defesa da democracia e para impedir que a esperança em um país melhor seja destruída pelo “Quadrilhão do PMDB”.

Por Paulo Pimenta*

O Brasil destes últimos dias de 2017 é um país que já percebe o quão caro tem custado o golpe dado na democracia brasileira. Aumento de impostos. Recorde no preço do gás de cozinha, da gasolina e na conta de luz. Cortes no salário mínimo, na saúde e redução de investimentos nas universidades. Enquanto Michel Temer diz que “a população vai compreender os aumentos de impostos”, por outro lado, concede perdão milionário de dívidas para empresas de deputados que o salvaram das denúncias de corrupção.

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O Brasil que chega ao final de 2017 e inicia 2018 é um país que retrocede em todas as áreas, social e econômica, e retoma um pensamento de governantes do século passado, de que as receitas devem ser concentradas nas mãos de uns poucos que já têm muito, enquanto a maioria dos cidadãos é penalizada.

Há poucos anos, o país crescia, gerava empregos e oportunidades para quem quisesse trabalhar ou empreender. No final de 2014, o IBGE apontava índices de pleno emprego no Brasil, taxas equiparadas à Alemanha, Noruega e EUA.

Entretanto, um país como o Brasil, ainda com desafios e muitos problemas, não passaria imune à desestabilização política e econômica levada às últimas consequências pelo grupo derrotado nas eleições de 2014. E uma das consequências desse processo foi que ao final de 2016 (Temer) aumentou em 53% o número de brasileiros que vivem na miséria, em comparação a 2014 (Dilma), como revelou recentemente o IBGE. Além disso, a ONU agora anuncia que o Brasil está retornando ao Mapa da Fome.

Não satisfeito com a crise e a miséria, Michel Temer foi adiante e vendeu a mentira de que para gerar empregos era imprescindível uma “reforma trabalhista” que reduzisse direitos e salários. Lula e Dilma geraram 22 milhões de postos de trabalho sem retirar qualquer direito da população.

O que Temer tem a oferecer é um governo que não cuida das pessoas, e um país que abre mão da sua soberania e do seu desenvolvimento como Nação, com graves consequências aos brasileiros; medidas que, se não forem anuladas por um referendo revogatório em um próximo período, poderão arruinar o país por décadas.

Como se não bastasse, para 2018, Temer – que se aposentou aos 55 anos recebendo mais de R$ 30 mil – quer que os brasileiros trabalhem até morrer, contribuindo por 40 anos com a previdência para receber um salário mínimo.

Do grupo político de Temer não há o que esperar para 2018; mas do nosso povo, brasileiros e brasileiras, muita luta em defesa da democracia e para impedir que a esperança em um país melhor seja destruída pelo “Quadrilhão do PMDB”, como definiu a Procuradoria-Geral da República.

*Paulo Pimenta é deputado federal pelo PT-RS

Foto: Reprodução/Redes sociais

 


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