Pazuello lidera “ranking de mentirosos” da CPI do Genocídio

Lista é elaborada pela assessoria do relator, senador Renan Calheiros, que vai enviar ao Ministério Público Federal os nomes daqueles que cometeram o crime de mentir na CPI.

Ex-ministro da Saúde abrigado na Secretária de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência, o general Eduardo Pazuello lidera o ranking de apoiadores de Jair Bolsonaro que mais mentiram à CPI do Genocídio.

O levantamento de declarações falsas ou contraditórias é feito pela assessoria do relator da comissão, senador Renan Calheiros (MDB-AL), que vai enviar ao Ministério Público Federal os nomes daqueles que cometeram o crime de mentir na CPI.

No total, o levantamento mostra que ao menos 38 declarações falsas foram dadas à comissão. Pazuello foi responsável por 15 delas, liderando o ranking.

Outro militar, o coronel Elcio Franco, ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde, vem em seguida com oito mentiras ditas à Comissão.

A médica oncologista Nise Yamaguchi teria proferido seis mentiras, ficando em terceiro no ranking. Desmascarada na CPI, a defensora da cloroquina acusada de integrar o gabinete paralelo que municiava Bolsonaro com informações negacionistas está processando os senadores da comissão.

O atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, aparece em quarto lugar, com quatro mentiras, seguido do ex-secretário de saúde do Amazonas, Marcellus Campêlo, com três inverdades.

Com informações do jornal O Globo

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Plinio Teodoro

Jornalista, editor de Política da Fórum, especialista em comunicação e relações humanas.

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