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22 de outubro de 2019, 22h52

PDT voltar atrás e desiste de expulsar Tabata e os outros que votaram a favor da reforma da Previdência

Apesar da decisão, situação de quatro deputados continua indefinida, pois Tabata Amaral (SP), Marlon Santos (RS), Gil Cutrim (MA) e Flávio Nogueira (PI) anunciaram, na semana passada, a desfiliação do partido no TSE

Tabata Amaral - Foto: Reprodução/Cleia Viana/Câmara dos Deputados

A Executiva Nacional do PDT decidiu nesta terça-feira (22) que os deputados suspensos por votarem favoravelmente à reforma da Previdência já cumpriram as punições previstas. Os oito parlamentares tiveram suas atividades partidárias suspensas por 90 dias e o prazo terminou no último dia 14.

André Figueiredo (PDT-CE), líder do partido na Câmara, afirmou que a punição prevista era de 90 dias ou até a reunião do diretório nacional. Como o encontro está previsto para 25 de novembro, o prazo da suspensão acabou antes.

“Nós tivemos transcurso o prazo de 90 dias, então foi extinta a punibilidade para todos e aqueles que pós-votação voltaram a seguir a orientação partidária basicamente extinguiu-se todo o processo, o restante vai ser avaliado ainda, até porque eles entraram na Justiça e nós vamos ter uma reunião do diretório nacional no final do mês de novembro que vai decidir a dosimetria de punibilidade”, declarou Figueiredo.

O PDT suspendeu os deputados Alex Santana (BA), Flávio Nogueira (PI), Gil Cutrim (MA), Jesus Sérgio (AC), Marlon Santos (RS), Silvia Cristina (RO), Subtenente Gonzaga (MG) e Tabata Amaral (SP), depois de votarem a favor da reforma da Previdência em julho.

Decisão unilateral

Mas a situação de quatro desses parlamentares continua indefinida. Na semana passada, Tabata Amaral (SP), Marlon Santos (RS), Gil Cutrim (MA) e Flávio Nogueira (PI) anunciaram a desfiliação do partido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Conforme o líder do partido, os que ingressaram com ação na Justiça não comparecem às reuniões de bancada desde a votação da reforma da Previdência. Figueiredo destacou que os quatro tomaram uma decisão unilateral de se “autodesfiliarem”.


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