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19 de dezembro de 2019, 14h08

PF faz busca e apreensão em casa de assessor de deputado bolsonarista que seria fábrica de fake news

Edson Salomão, presidente do Movimento Conservador e chefe de gabinete de Douglas Garcia (PSL-SP), acusou Joice Hasselmann de estar por trás da ação por ele ter se lançado pré-candidato à prefeito de São Paulo

Douglas Garcia, Eduardo Bolsonaro e Edson Salomao (Reprodução/Facebook)

A Polícia Federal cumpriu na manhã desta quinta-feira (19) um mandado de busca e apreensão na casa de Edson Salomão, presidente do Movimento Conservador e chefe de gabinete do deputado estadual Douglas Garcia (PSL-SP). As informações são do próprio Salomão e do deputado bolsonarista, que disse que a ação foi determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

“O STF apequenou a Polícia Federal na data de hoje quando Alexandre de Moraes determinou uma diligência na casa do Presidente do Movimento Conservador, Edson Salomão, com mandado de busca e apreensão de celulares e computadores por perseguição através da CPMI da Fake News”, escreveu Garcia em sua página no Facebook.

Salomão fez uma live no início da tarde na página do Movimento Conservador São Paulo dizendo que é “vítima” do que chamou de CPMI da Censura.

“Hoje pela manhã, às 6h, a Polícia Federal bateu na minha casa. Em torno de oito agentes compareceram na minha residência com um mandado de busca e apreensão”, afirmou.

Segundo ele, foram apreendidos celulares e notebooks. “Em torno de duas semanas atrás aconteceu a CPMI das Fake News. A deputada federal Joice Hasselmann, que esteve lá, ela fez questão de trabalhar muito a questão do Movimento Conservador, muito a questão da minha imagem, como fundador do movimento, querendo dizer que somos uma milícia virtual. E em uma fala dela, ela diz que queria que a Polícia Federal batesse na casa dessas pessoas. E o pedido dela foi cumprido pelo ministro Alexandre Moraes”, disse Salomão, acusando a deputada do PSL de ser a autora da ação, que está em sigilo.

Segundo ele, o que está por trás da ação da polícia está a pré-candidatura dele à Prefeitura de São Paulo. “Muitas pessoas que acompanham meu trabalho são entusiastas do meu nome”.

Pelo Twitter, o deputado federal Carlos Jordy (PSL-RJ) disse que a ação se deu “por causa de memes”.

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