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17 de outubro de 2018, 07h58

PF reforça segurança e abre inquérito para investigar ameaça de bolsonarista a Rosa Weber

Em tom ameaçador, o texto diz que Jair Bolsonaro (PSL) está eleito e haverá revolta popular se as urnas não confirmarem o resultado.

Reprodução

A Polícia Federal montou uma equipe para reforçar a segurança da presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a ministra Rosa Weber, após uma ameaça enviada por rede social. Um inquérito também foi aberto para investigar o autor dos recados.

Em tom ameaçador, o texto diz que Jair Bolsonaro (PSL) está eleito e haverá revolta popular se as urnas não confirmarem o resultado.

“Obviamente, representa um delito, representa um crime, e tem de ser identificado quem o fez para ser legalmente punido”, declarou nesta terça-feira (16), Raul Jungmann, ministro da Segurança Pública.

Em nota, o presidente nacional da OAB, Claudio Lamachia, afirmou que “são graves e preocupantes as mensagens em tom de ameaça endereçadas à presidente do TSE”.

Lamachia ainda ressaltou que “na medida em que a eleição se aproxima do desfecho, é preciso que todas as correntes políticas passem a propagar a necessidade de equilíbrio, respeito às leis e pacifismo. São também inaceitáveis os recentes episódios de agressão motivados pela posição política da vítima”.


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