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10 de abril de 2019, 06h15

Porta-voz chama morte de músico em carro fuzilado de “incidente” e diz que Bolsonaro não manifestou pesar

Sobre o fato de que Bolsonaro utilizar com frequência as redes sociais para comentar assuntos diversos relacionados à crimes e ao porte de armas, mas não ter mencionado o episódio em questão, o Rêgo Barros desconversou

Rêgo Barros e Bolsonaro, no detalhe, o músico Evaldo Rosa, morto pelo Exército (Reprodução)

Porta-voz da Presidência, Otávio do Rêgo Barros, classificou como “incidente” o fuzilamento do carro de uma família no Rio de Janeiro, alvejado por mais de 80 tiros por militares do Exército no último domingo (9). Segundo ele, Jair Bolsonaro (PSL), que ainda não se declarou publicamente sobre o crime, não fez nenhuma manifestação de pesar sobre a morte do músico Evaldo Rosa dos Santos, que foi morto na ação. “Não, não fez”, respondeu quando indagado sobre o assunto, segundo informações de Julia Lindner e Tânia Monteiro, no jornal O Estado de S.Paulo.

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“A questão referente ao incidente com a morte do cidadão, eu repito: o Comando Militar do Leste e o Exército Brasileiro estão apurando os eventos em um inquérito policial militar, que está sendo acompanhado pela Justiça Militar e Ministério Público”, disse Rêgo Barros.

O porta-voz disse, ainda, que o Palácio do Planalto “confia no desempenho e nas ações da Justiça Militar e do Ministério Público Militar e mais ainda nas ações do destacadas pelo Exército na condução do inquérito para elucidação total do fato”.

Sobre o fato de que Bolsonaro utilizar com frequência as redes sociais para comentar assuntos diversos relacionados à crimes e ao porte de armas, mas não ter mencionado o episódio em questão, o porta-voz desconversou.

 


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