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27 de julho de 2019, 18h25

Presidente afirma que houve crime na investigação do caso de Flávio Bolsonaro

Bolsonaro insinuou que informações sobre o processo foram vazada para a imprensa

O Ministério Público do Rio de Janeiro foi acusado indiretamente por Jair Bolsonaro de ter cometido crime durante as investigações sobre o seu filho, o senador Flávio Bolsnaro, acusado de receber parte dos salários dos funcionários do seu gabinete quando ainda era deputado federal. A declaração do presidente foi feita um evento, na manhã deste sábado (27), no Rio de Janeiro.

“Quebrar sigilo sem autorização judicial e privilegiar um órgão de imprensa também é crime. Publicar informações mentirosas mesmo sabendo que são mentirosas e não se retratar no meu entender isso é um crime também”, declarou o presidente.

O STF determinou na semana passada que investigações que tiveram origem no envio de dados fornecidos pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) precisam ter autorização judicial para que possam ser investigados. A medida foi tomada após um pedido da defesa do senador Flávio Bolsonaro.

O Ministério Público do Rio de Janeiro informa que há indícios dos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa no gabinete do filho do presidente de 2007 a 2018. Durante este tempo, o motorista Fabrício Queiroz, acusado de ser o operador financeiro do esquema, trabalhou com Flávio sendo uma espécie de braço direito dele.


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