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17 de outubro de 2018, 15h56

Presidente da UDR e cotado para ministro de Bolsonaro diz que há espaço para desmatar a Amazônia

Nabhan Garcia defende a saída brasileira do Acordo de Paris, fala no fim da “indústria da multa” pelos fiscais do Ibama, e diz que "há muita lenda" sobre a questão do aquecimento global.

Bolsonaro e Nabhan Garcia (Reprodução)

Cotado para assumir um super ministério que agregará a Agricultura e o Meio Ambiente, caso Jair Bolsonaro (PSL) seja eleito, o presidente da União Democrática Ruralista (UDR), Luiz Antônio Nabhan Garcia, disse em entrevista à Folha de S.Paulo nesta quarta-feira (17), que há espaço na Amazônia para desmatamento.

“É óbvio (que há espaço para desmatamento), o sujeito tem uma propriedade, comprou e pagou. A lei diz que em área de floresta eu tenho direito de abrir 20% e deixar 80% de reserva e, na área de cerrado, de abrir 65% e deixar 35% de reserva legal”, disse, em entrevista ao repórter Eduardo Scolese.

Com o mesmo pensamento de Bolsonaro, Nabhan defende a saída brasileira do Acordo de Paris e fala no fim da “indústria da multa” pelos fiscais do Ibama. E para ele, “há muita lenda” sobre a questão do aquecimento global.

“Essa já uma outra discussão, técnica, que criaram muita fantasia, muita lenda em cima, nesse processo ideológico dessa esquerda que tentou dominar o mundo e está indo por água abaixo”, disse o ruralista, que já chegou a ser indiciado por apropriação de terra pública e ameaça, sobre o aquecimento global.

Leia a entrevista na íntegra.


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